João 5


Lição 5: A cura do enfermo no tanque de Betesda. A honra do Pai e do Filho (capítulo 5)

Os jugos sob os quais vivem os pecadores
João 5.1-16
I.O jugo da superstição (v.1-7)
II.O jugo do legalismo (v.8-16)

1.Não sabemos quais das festas trata esse texto. Alguns afirmam ser a Festa dos Tabernáculos. Não é muito importante saber qual era a festa, mas é importante saber que era em época de festa, quando Jerusalém estava repleta de judeus e prosélitos vindos de várias partes. Alguns acham que se trata da Festa das Trombetas (Ano Novo judaico), quando, segundo a superstição, um anjo movia as águas e pessoas eram curadas (v.1).

2.Betesda quer dizer “Casa de Misericórdia”.  O tanque era usado para tirar água para as ovelhas. Havia quatro pórticos (varandas) ao redor e um no centro. Esses pórticos (varandas) eram cobertos. Era comum os enfermos ficarem abrigados ali das chuvas e ventos, por isso, o nome “Casa de Misericórdia” (v.2).


3.Claro que João não cria nisto, mas simplesmente relata a crença do povo. Em Israel havia muitos aleijados e doentes (ver Ex 15.26). O mistério: a água vinha de uma fonte e às vezes formavam redemoinhos e às vezes mais do que o normal, como é comum em recipientes. Alguns dizem que realmente alguns eram curados, por isso, continuavam ali. A superstição tem levado pessoas a acreditar nas mais absurdas crenças. Se pessoas são curadas ou algo extraordinário acontece pode ser fraude, cura psicológica ou ainda a mão de Satanás operando conforme a permissão de Deus. As pessoas que recebem as chamadas bênçãos ficarão cada vez mais presas à superstição e crendices (v.3-4).

4.Por muitos anos este homem confiava naquele “anjo” que moveria a água enquanto ele seria curado. Jesus, em Sua Onisciência, já sabia dos anseios daquele homem e de sua esperança vã. A doença e sofrimento prolongados fazem com que as pessoas busquem as ajudas mais absurdas e nessa busca acabam se esquecendo que há um Deus criador do céu e da terra e tudo que neles há, inclusive a humanidade. Se todos sofrem doenças deve haver uma explicação e todos devem buscar ajuda na mesma fonte. Se cada crendice resolve alguma doença, então não há explicação plausível para a doença. Mas sabemos que há. A doença e a morte existem por causa do pecado de Adão e Eva. Toda a humanidade veio a sofrer as conseqüências do pecado original e, além disso, sofrem a conseqüência de seus próprios pecados. Portanto, o pecado é a razão da existência das doenças. A solução imediata é a cura para a alma, a salvação em Cristo, depois a procura por tratamento. Se não há cura ou alívio, só resta esperar a redenção do corpo. Este homem estava sofrendo há 38 anos. Veremos que o caso específico dele, além da herança do pecado vinda de Adão, era por causa de um pecado específico em sua vida (v.5).

5.Não sabemos a quanto tempo o homem era levado ao tanque esperando ser o primeiro quando a água mexesse. Jesus sabia disso e, também, o tempo de sua doença. Talvez o homem já havia tentado tudo, médicos e remédios. O problema daquele homem era por causa do pecado. A pergunta de Jesus parecesse desnecessária: “Queres ser curado?”. Parece estranha, mas é possível entender que alguém acostumado a viver dependendo de outros por 38 anos, não saberia viver como um homem sadio novamente (v.6).

6.Embora o homem quisesse a cura, não havia como acontecer, segundo sua esperança, que era superstição. O homem sempre ficava para trás. No entanto, lá estava aquele homem, confiando e tentando ser curado por aquele meio. Podemos compreender, pois aquele homem conhecia o tanque e a superstição, mas não conhecia Jesus. A pergunta é oportuna: “Queres ser curado?” Nesta pergunta envolve a renúncia dos próprios esforços e de toda a crendice. Será que as pessoas querem deixar tudo aquilo que lhes acompanha como seus santos, rezas, velas, pensamento positivo, crença na reencarnação, no karma, fetiches, amuletos e toda essa montanha de crendices e superstições? Se não vier a Jesus somente não pode haver salvação. Ao pé da cruz toda essa parafernália deve 0cair (v.7)

7.Este é um jugo que pesa sobre o pecador, a sua superstição. As crendices pesam muito, pois o pecador deve sempre prestar contas de sua fé nessas crendices sob a pena de não ser atendido se falhar em algum ritual, tais como, será que rodei a rosa no ar a quantidade certa? Será que acendi o número de velas suficiente? E se alguma vela se apagar antes das outras? Será que não me distraí na meditação transcendental? E por aí afora. Pesa muito sobre o pecador seguir as superstições.

8.A cura foi instantânea. O leito era um colchão de palha ou esteira. Para levar o leito era preciso, primeiro, ser curado. Aquela doença era conseqüência de algum pecado na juventude, o que não significa de modo algum que toda a pessoa doente carrega algum pecado não confessado em sua vida. Era sábado e, portanto, todas as atividades que denotavam algum tipo de trabalho eram proibidas. Para aqueles judeus, o sábado tinha mais importância do que a cura daquele homem. Por mais irônico que pareça, se aquele homem fosse curado naquele tanque não haveria nenhuma reprimenda (v.8-9).

9.Lembre-se que em João o termo “judeus” refere-se aos líderes religiosos. Carregar cargas em dia de sábado era uma violação contra a Lei (Jr 17.21). Isto se agravava quando a carga fosse carregada na entrada de Jerusalém. Os fariseus seguiam à risca toda a Lei. Além da Lei escrita dada por Deus, havia a “Tradição dos Anciãos”, onde registrava uma lista com 39 tipos de trabalhos que não podiam ser realizados no sábado. Os rabinos permitiam atos de misericórdia no sábado, porém, é possível que neste caso pensavam: “Se durante 38 anos este homem está aleijado, podia esperar mais um dia”. Quando alguém carrega algum peso de pecado como este homem nenhum dia a mais é suportado. A oportunidade era única, o legalismo podia esperar (v.10).

10.O homem responsabilizou Jesus pelo “crime” religioso. Vemos isto na expressão “Ele mandou”. O fato é que o homem nem teve tempo de conversar com Jesus para saber melhor como deveria responder aos fariseus. Jesus entendia que o sábado era um dia de bênçãos e não de escravidão. Jesus evitava ser reconhecido como Messias, devido ao aspecto político que isso representava, o que não era errado, mas dentro da circunstância de rejeição de Israel, esse aspecto político ficaria para mais tarde, no Milênio (v.11-13).

11.A advertência era estranha comparada com Jo 9.3. O caso desse homem era uma doença por castigo de desobediência e Jesus em Sua Onisciência sabia disso. Não significa que toda doença seja castigo por algum pecado. Jesus advertiu que o homem cuidasse em não pecar mais, em algum aspecto que ele mesmo sabia, pois poderia acontecer “coisa pior”. Não sabemos o que poderia ser, mas certamente para aquele homem que sofreu durante 38 anos não queria “coisa pior”. Talvez fosse a morte (v.14).

12.João deixa de enfatizar o estado da alma daquele homem e no milagre em si, mas interessa-se mais pela controvérsia que a declaração daquele ex-paralítico suscitou. O homem foi informar as autoridades judaicas sobre o ocorrido. Qualquer assunto religioso deveria ser investigado pelo Sinédrio e este homem como participante da comunidade judaica estava agindo coerentemente. Claro que ao relatar sua cura por Jesus, estava contribuindo para que os ânimos dos fariseus fervessem. O povo em geral não sabia o grau da controvérsia que havia entre as autoridades judaicas e Jesus (v.15).

13.A “contravenção” principal de Jesus era curar no sábado, mas os judeus estavam tentando formular uma lista de “crimes” que comprometeriam a Jesus seriamente. Os fariseus queriam matar Jesus, mas isso só poderia ser decidido após um duplo julgamento, das autoridades do Sinédrio e do Governador da Judéia. De acordo com Êx 35.1-3, a violação do sábado era motivo de morte (v.16).

14.O homem carregava o jugo da superstição e pecado, mas os fariseus carregavam o pesado jugo do legalismo. Quando as pessoas dão mais importância às normas do que às pessoas elas se tornam legalistas. O pecador precisa de salvação e não de prescrição dos dias certos para serem curados. Há grupos que separam os seus cultos por temas, tais como evangelísticos, libertação, resolução de problemas do casamento, curas, etc. O nosso Deus está atendendo a todos, todos os dias e de todos os jugos. O profeta Isaías convida “Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares.” (Is 55.1-2)

As certezas a respeito de Jesus Cristo
João 5.17-30
I.Ele é o Filho de Deus (v.17-23)
II.Ele concede a vida eterna ao que Nele crêem (v.24-30)

15.Claro que Deus trabalhou no sábado. Ele está sempre ativo. Quando em Gênesis 2 diz que “Deus descansou” significa que parou com toda a obra da Criação, mas, evidentemente, o Seu cuidado para com a Criação continuou mesmo no sétimo dia, pois nada perduraria sem a mão preservadora do Criador. Se Jesus falasse que “Deus trabalha até agora” já seria uma ofensa por ensinar os fariseus, mas dizer “Meu Pai trabalha até agora” chegava ao extremo de blasfêmia. Os judeus sempre diziam “Nosso Pai”. Ao dizer “Meu Pai”, Jesus coloca-se como o próprio Deus (v.17).

16.Curar no sábado era um ato de misericórdia, por isso seria difícil comprovar um crime, baseado nisso, mas carregar carga no sábado ou mandar alguém fazer isso era considerado um crime, conforme já vimos, e a violação do sábado, segundo Êx 35 era um crime de morte. Outro motivo, este era mais fácil para os judeus apanharem Jesus, era o crime de declarar-se Deus e, exigia-se a morte, também (v.18, ver 6.30).

17.Jesus não se intimida diante das ameaças dos fariseus, mas mostra que não age independente do Pai, ou seja, se o Pai trabalha no sábado, Ele também, pois é Deus Quem tem autoridade sobre o sábado. O ensino de que Deus trabalha no sábado não surpreendia os fariseus, e sim, o fato de Jesus declarar-se Deus (v.19).

18.As obras de Jesus são as mesmas obras do Pai, pois Ele é amado do Pai. Deus quer maravilhar o homem através do Seu Filho, Jesus Cristo (v.20).
19.Jesus tem o poder do Pai e, por isso, curou o paralítico. Ele pode fazer tudo o que o Pai faz, inclusive ressuscitar mortos. Ele faz o que quiser, portanto, Ele é Deus (v.21).

20.Jesus especifica sua função de Juiz, no futuro, e não apenas de salvador no presente. No momento de Sua primeira vinda, Jesus não veio para julgar, mas para salvar os pecadores. Hoje, ainda, Ele está dando a oportunidade aos pecadores para serem salvos da ira que virá (v.22).

21.Muitos dizem acreditar em Deus e se escandalizam daqueles que se declaram ateus, mas aqui está bem claro que os que não crêem no Filho, Jesus Cristo, não crêem em Deus, o Pai. Muitas seitas têm Deus como base de tudo, mas rejeitam a Jesus Cristo como o Filho de Deus, e portanto o próprio Deus. Ensinam que Jesus foi um bom homem ou um grande profeta. Essas seitas não são verdadeiras pelo fato de rejeitar Jesus Cristo, o Filho de Deus (v.23).

22.Na Palavra de Deus podemos ter esta certeza, que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Quem honra ao Filho honra a Deus.

23.Outra certeza que podemos ter a respeito de Jesus Cristo é que Ele concede vida eterna ao pecador. A única maneira de se livrar da condenação eterna é crer somente em Jesus Cristo, o Filho do Deus verdadeiro. A conversão é a passagem da morte para a vida eterna. Antes mesmo de partirmos desse mundo podemos morrer para o mundo crendo em Jesus Cristo, o Salvador (v.24).

24.Um dia todos ressuscitarão para ouvir o Filho de Deus. Isto acontecerá duas vezes, uma no Arrebatamento, quando somente os crentes em Cristo Jesus ressuscitarão ganhando seus corpos de volta, mas desta vez glorificados. Outra vez será no final do Milênio quando somente os perdidos de todas as épocas ressuscitarão para horror eterno. No tempo em que Jesus exerceu Seu ministério na terra alguns ressuscitaram e já experimentaram o poder de Sua ressurreição, porém, foi por pouco tempo, pois logo morreram novamente. Na ressurreição eterna os que ouvirem a voz de Jesus terão seu destino selado de uma vez por todas (v.25).

25.Podemos ter certeza que Jesus é o Filho de Deus e que Ele concede a vida eterna. O Pai tem vida própria, assim como o Filho. Ambos são a mesma pessoa, juntamente com o Espírito Santo (v.26).

26.Filho do Homem é um termo escatológico, usado no livro do profeta Daniel. Jesus Cristo, o Filho de Deus exercerá a autoridade para julgar os perdidos (v.27).

27.A referência é de Dn 12.2. Os justos além de uma vida sem fim, eterna, terão uma vida de qualidade. Só há um modo de “praticar o bem para a salvação”, que é crer em Jesus Cristo como salvador pessoal e único. As boas obras que praticamos para nada servem, pois são considerados como trapos de imundície. Nascemos com a inclinação para praticar o mal e, de fato, praticamos sem aprender com ninguém. Todos merecemos a ira eterna (v.28-29).

28.Jesus, enquanto esteve na terra, obedeceu em tudo a vontade do Pai. Ele veio satisfazer os planos de Deus. Ele nunca deixou de ser Deus, mas voluntariamente se submeteu ao Pai. Ambos são Deus. Jesus foi justo em tudo, por isso, declara que é o Filho de Deus, pois não está mentindo. O homem precisa aceitar esta verdade (v.30).

29.Nem todos crêem ou têm esta certeza, mas nós que cremos estamos certos que Jesus Cristo é o Filho de Deus e é o único que pode conceder a vida eterna. Ele chamará os mortos duas vezes. A primeira ressurreição será somente daqueles que creram Nele. Bem-aventurados os que têm parte na primeira ressurreição. A segunda ressurreição será para o juízo final, para ser lançado para o Lago de Fogo.
As testemunhas da divindade de Jesus Cristo, o Salvador
João 5.31-47
I.João Batista (v.31-35)
II.As próprias obras de Jesus (v.36)
III.O Pai (v.37-38)
IV.As Escrituras (v.39-47)

30.Jesus mostrando o testemunho que dão sobre Ele, aumenta a culpa dos judeus que o rejeitam, pois são testemunhos ao alcance deles. Se Jesus não tivesse autorização do Pai, os judeus não teriam nenhuma obrigação de ouvi-Lo. O “outro” que dá testemunho de Jesus é o Pai. Uma só testemunha não era base para Jesus estabelecer a verdade, segundo a mentalidade dos judeus. Jesus podia testemunhar de Si mesmo, pois Deus pode jurar por Si mesmo, sendo que não há ninguém maior que Deus, mas Jesus prefere seguir as normas dadas por Deus para as relações humanas, isto é, de chamar outras testemunhas (v.30-32, Nm 35.30).

31.Jesus oferecia esses testemunhos para salvá-los. Os mensageiros dos quais Jesus menciona são aqueles enviados pelas autoridades religiosas para verificar os acontecimentos religiosos ou qualquer movimento entre o povo. Lembre-se que enviaram mensageiros para investigar o batismo de João. João dava testemunho de que viria o Libertador, o Filho de Deus. Jesus não “aceitava testemunho humano”, pois nenhum homem pode servir de testemunha de Deus, pois não há Quem seja Eterno e Pré-Existente como Ele. Portanto, Jesus não precisa do testemunho de João Batista, mas mencionou porque os judeus queriam um testemunho humano. João Batista era a “lâmpada”. Os judeus tinham alguma esperança nas palavras de João Batista, por isso Jesus diz que “quiseram alegrar-se com a sua Luz” que era insuficiente, sendo que era apenas lâmpada. Quando chega o momento de alegrar-se com a verdadeira Luz, os judeus simplesmente rejeitam (v.33-35).

32.A presença de João Batista pregando foi uma testemunha que não podiam negar. Todos os que ouvem a pregação da Palavra de Deus por algum pregador, folheto, a Bíblia, etc, não poderá negar as testemunhas.

33.Ninguém podia rejeitar o poder messiânico, mas surpreendentemente, os judeus estavam rejeitando. Se reconhecessem aqueles sinais como poder do Messias, profetizado por Isaías e outros profetas, seriam obrigados a admitir que estavam vencidos, confessando seu pecado de orgulho. Antes, preferiam rejeitá-Lo ignorando o poder de Suas obras (o poder dos sinais do Messias). Jesus curou o filho do oficial de Herodes, o homem enfermo por 38 anos e outros sinais, mas o preconceito por causa do sábado e o legalismo cegou os fariseus. As obras de Jesus são testemunhas de Sua divindade (v.36).

34.O testemunho do Pai é maior porque ele é maior que João Batista e mais importante que as próprias obras de Jesus. Deus mostrou Sua voz no Velho Testamento, mas os judeus nunca ouviram (apenas escutaram...). Quem estava no batismo de Jesus ouviu a voz de Deus. Deus “mostrou” Sua forma no Velho Testamento através das Teofanias e agora, mostra Sua forma através de Jesus, mas os judeus continuam rejeitando. O Deus Pai é testemunha de que Jesus é Deus. Negar Jesus é negar o testemunho do Pai (37-38).

35.Os judeus (fariseus) liam as Escrituras com superioridade. Se obedecessem as palavras de Moisés, como pensavam que faziam, creriam em Jesus como o Messias (Dt 18.15). A Bíblia é o único mapa para a vida eterna. A Palavra de Deus é uma testemunha documentada (v.39).

36.O maior problema não é a falta de testemunhas, mas a rejeição. As pessoas estão “rodeadas de uma nuvem de testemunhas”, no entanto, rejeitam a salvação (v.40).

37.O Senhor Jesus não precisa de testemunhas humanas, pois Ele não recebe glória dos homens, somente se o Espírito Santo os convence a aceitá-Lo como salvador (v.41).

38.Apesar das quatro testemunhas tão claras, os judeus não aceitavam o Salvador Jesus, pois não estavam agindo pelo amor de Deus (v.42).

39.A frase “se outro vier” é significante em Escatologia, pois de fato, no ano 132-135 a.D., um tal rabi Akiba declarou-se Messias e muitos aderiram aos seus ensinos e como resultado Deus usou o imperador Hadriano para destruir Israel num massacre horrível, quando não pouparam nenhuma sinagoga sequer. Foi pior que no ano 70 a.D. quando destruíram o Templo (v.43).

40.Enquanto os homens buscam honra uns dos outros jamais aceitarão essas testemunhas. Os pecadores se juntam para abafar  suas consciências, pois só Deus através de Sua Palavra pode dizer qual a necessidade deles (v.44).

41.O padrão dos judeus, que era Moisés, condenava-os. Jesus não veio para condenar, mas para salvar. As obras e a incredulidade dos pecadores já os condenam. Essas quatro testemunhas só comprovam a sua condenação (v.45-47).

42.João Batista, As obras de Jesus, Deus o Pai e a Palavra são testemunhas que Jesus é Deus e é o Salvador. É muito perigoso rejeitar essa abundância de testemunhas. Elas testemunharão contra os pecadores que deviam seguir o Salvador, mas O rejeitaram.

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