Mateus 25


Capítulo 25: As dez virgens, os talentos e o julgamento
1.Esta é a segunda parábola da mistura do bom e o mal na ausência do rei, os mistérios do reino dos céus. Seria a nona parábola na sequência de Mateus 13. Nesta era de ausência do rei, alguns estarão preparados outros não. Todos podem ter o Espírito Santo (azeite) é só comprar sem dinheiro, porém, cada um deve ter a sua lâmpada com azeite (Isaías 55.1). Note que no final da parábola há uma condenação, “não vos conheço” (v.1-13).

2.Esta é a terceira parábola da mistura do bom e o mal na ausência do rei, os mistérios do reino dos céus. Seria a décima parábola na sequência de Mateus 13. Na ausência do Rei, os salvos devem servir fielmente a Ele, pois um dia esse Rei voltará para estabelecer o Seu reino. No final também mostra que alguns serão salvos e outros experimentarão “choro e ranger de dentes” (v.14-30).

3.Agora, Mateus volta a tratar do final da Tribulação. O título Filho do homem aponta para o estabelecimento do reino depois da rejeição do Cristo por parte dos judeus. Este texto fala do trono que será instaurado aqui na terra após o Armagedom.


Comparação entre o julgamento das nações (O Trono da Sua glória)
e o julgamento final (O Grande Trono Branco)
O Trono de Sua glória
O Grande Trono Branco
Mateus 25:31-46
Apocalipse 20:11
Não há ressurreição
Há ressurreição
As nações vivas serão julgadas
“Os mortos” serão julgados
O julgamento será na terra
Os céus e a terra fogem, isto é, desaparecem.
Não há menção de qualquer livro
“Os livros são abertos”
Há três classes: ovelhas, cabritos e “irmãos” (judeus)
Há somente uma classe: “Os mortos”
O tempo: Na manifestação de Cristo
O tempo: após o reino de 1000 anos e da revolta de Satanás e as nações, Gogue e Magogue

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