Mateus 4


Capítulo 4: A tentação, os discípulos e as curas
1.Fica claro que Cristo não podia pecar, pois Ele não era simplesmente um homem que não pecava, mas é o próprio Deus. A essência de Cristo é mais do que a ausência de pecado, mas Sua essência é a própria santidade. A segunda tentação do Diabo foi uma deturpação do Salmo 91.11-12. A defesa de Jesus diante de Satanás foi a Palavra de Deus (Deuteronômio 8.3, 6.16 e 6.13). O serviço dos anjos após a tentação certamente foi uma farta refeição (v.1-11).

2.As perseguições contra o Senhor Jesus começariam com a prisão de João. A residência de Jesus passa a ser Cafarnaum até o final de Seu ministério na terra. A mensagem de Jesus é a mesma que a de João. O rei ofereceu o reino, mas os judeus rejeitaram e, por isso, o reino de Deus passa a estar no coração do salvo que aguarda o reino milenar que está guardado nos céus aguardando a segunda vinda de Cristo. Os discípulos foram prontos ao chamado de Jesus (v.12-22).


3.Jesus pregava o evangelho do reino, ou seja, o reino dos céus na terra. Este evangelho voltará a ser pregado na tribulação (Mateus 24.14). A Igreja prega o evangelho da graça, apontando para a obra de Cristo na cruz (passado). O evangelho do reino aponta para o estabelecimento do reinado de Davi e Cristo (futuro). As curas e sinais são o atrativo para o reino terreno (Isaías 35.4-6, Mateus 11.2-6), as bênçãos celestiais são a promessa para a Igreja (v.23-25).

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