Mateus 7


Capítulo 7: O juízo, a oração, os dois caminhos e o fim do sermão
1.O Senhor Jesus não daria uma ordem e depois a contradiria na pessoa dos apóstolos, pois todos sabemos que a sã doutrina não foi preservada somente com doces palavras, mas denunciando os falsos mestres. O próprio Jesus revelava as hipocrisias dos fariseus. O julgamento proibido é aquele que acusa alguém sem base e de maneira hipócrita. Ao tirar primeiro a trave do olho para poder ver nos dá a autoridade de ajudar o próximo. Porém, o investimento em vidas nem sempre é bem sucedido, pois alguns são como porcos que não dão valor às pérolas santas (v.1-6).

2.Jesus nos incentiva a orar de modo insistente, pois temos um Pai celestial que nos ama e deseja o melhor para Seus filhos. Jesus continua o assunto de ser mau por natureza para nos lembrar que não devemos fazer aos outros aquilo que não desejamos para nós mesmos (v.7-12).


3.É muito fácil descansarmos nas facilidades da vida e na falta de perseguição religiosa para nos sentirmos como aqueles que andam no caminho largo. O evangelho e tudo aquilo que o acompanha é uma mensagem para os cidadãos dos céus. Quando somos fiéis a Cristo o mais provável será uma vida de forasteiro neste mundo.  Neste caminho estreito haverá uma luta constante contra os falsos mestres e árvores más, mas o Senhor conhece os Seus e quais pessoas estão sobre a Rocha ou sobre a areia. Nem sempre as tempestades deste mundo revelarão a diferença, mas a eternidade provará os dois caminhos e os dois fundamentos (v.13-27).

4.A doutrina de Cristo não é apenas legislativa, mas é viva, pois Ele mesmo pode cumprir o que a Lei exige. Aqui se encerra o Sermão do Monte (v.28-29).

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