Atos 25


Capítulo 25: Paulo perante Festo e depois perante o rei Agripa
Pórcio Festo assumiu a província (v.1) e fez uma visita cordial às autoridades judaicas para ganhar a simpatia de Israel. Tentaram novamente o plano de dois anos atrás: uma emboscada para matar Paulo (v.2-3). Festo foi sábio e prudente (v.4-5). No tribunal em Cesaréia mandou chamar Paulo (v.6). Os judeus não tinham como provar as acusações que faziam (v.7). Paulo se defendeu com poucas palavras (v.8). Embora Festo não visse crime em Paulo, queria assegurar o apoio dos judeus (v.9), semelhante a Pilatos com Jesus. Paulo não teria chance alguma nas mãos dos judeus (v.10), além do mais era proibido devolvê-lo ao tribunal judaico, pois ele veio de lá. Paulo queria a justiça, ainda que fosse a pena de morte contra si mesmo (o que, de fato, aconteceu, porém, injustamente). O "provocatio" era o direito legal de apelar para o César (imperador
romano), caso não concorde com o veredicto do magistrado ou governante da província (v.11). Festo era obrigado a atender o prisioneiro (v.12). Paulo foi decapitado, conforme a tradição, a mando de Nero, o César, ao qual ele apelou. O filho de Herodes, que matou Tiago, Herodes Agripa II, casado com sua própria irmã (Berenice era meia-irmã, mesmo assim era incesto). A visita era cordial (v.13). Os versículos 14-21 são uma repetição para colocar Agripa a par dos fatos. Agripa se interessou pelo caso (v.22). Havia convidados no tribunal (v.23-25). Festo declarou que não via crime em Paulo.  Se Paulo tivesse certeza que Festo o julgaria com justiça, não teria apelado a César (Nero). O governador Festo tinha que preparar um relatório por escrito e os conselhos de Agripa seriam bem-vindos (v.26). O embaraço de Festo: ter que fazer uma acusação formal para César contra Paulo, mas não tinha argumentos. Por que Herodes Agripa II teria? Ele pertencia à raça e religião judaicas, por isso seria capaz de discernir mais especificamente o crime de Paulo (v.27).

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