Isaías 51


Capítulo 51: A fidelidade de Deus no passado para o Seu povo

1.A fidelidade de Deus salva (v.1-8)
2.A fidelidade de Deus liberta (v.9-16)
3.A fidelidade de Deus vinga (v.17-23)

1.Aquilo que Deus fez no passado deve se tornar um incentivo ao Seu povo para confiar Nele outra vez. A fidelidade de Deus depende exclusivamente de Sua bondade. Ele ama o Seu povo e jura por Si mesmo salvá-lo, libertá-lo e vingá-lo. A origem de Israel e depois a Igreja é a mesma, a Rocha que é Cristo. Viemos da mesma cisterna da água viva. Deus buscou Abrão e Sara e deles a nação de Israel é filha. Os crentes da Igreja também são filhos de Abraão, pois ele é o pai da fé, o precursor da promessa de bênção às nações que é Jesus Cristo. Pedro diz que as mulheres obedientes são filhas de Sara. A salvação é prometida para Israel, assim como em Cristo temos a salvação (v.1-3).


2.Israel buscou a Lei, mas não o Deus que legislou a Lei. O Senhor estabelecerá a Sua Lei para todos os povos. Em Cristo há o cumprimento e finalidade da Lei. A fidelidade de Deus salva o pecador do peso da Lei que exige a morte como o pagamento pelo pecado. A salvação só está em Jesus, o Servo do Senhor. A Lei teve sua finalidade em Cristo, não foi anulada, mas cumprida. O céu e todo o seu exército serão destruídos. A nação de Israel teve como símbolo a estrela, pois Deus mandou os patriarcas olharem para o céu e tentarem contar o número das estrelas. Israel teria filhos como estrelas. Um dia as estrelas desaparecerão, mas não os salvos do Senhor. Israel sempre viveu debaixo de muito medo, mas a salvação sempre esteve perto. O pecador que teme a punição eterna pelos seus pecados pode buscar a Palavra de Deus e ser salvo por Jesus Cristo. A salvação de Jesus não se destrói como tecido, mas dura para sempre (v.4-8).

3.O braço forte do Senhor libertou o povo de Israel no passado. O Egito, o monstro marinho, foi destruído e o povo passou pelo Mar Vermelho. O grande libertador dos pecadores ainda está conduzindo um povo para Deus através de Sua morte na cruz. Um dia, o povo de Israel voltará para a Sua terra com grande alegria. Toda a dor, pecado e sofrimento sumirão, pois haverá libertação espiritual do pecado (v.9-11).

4.O libertador também é o consolador. Jesus disse que enviaria o Espírito Santo consolador e também disse que não deveríamos temer ao homem, mas Àquele que pode lançar alguém no inferno. O homem frágil deveria buscar forças e consolo no salvador, pois não é apenas para melhorar o seu estado de espírito, mas para libertá-lo do fogo eterno. A esperança do salvo é vida eterna. O pão da vida, Jesus Cristo, o acompanhará por toda a eternidade. Aquele que acalma o mar, Jesus, é o mesmo que agita também, por isso, o homem precisa buscar proteção Nele. Ele estabelecerá Israel em sua terra e dará vida eterna aos que descansarem debaixo de Sua sombra (v.9-16).

5.Deus é fiel para salvar e libertar, mas também é fiel para vingar o Seu povo dos inimigos. A nação recebeu o cálice da ira de Deus nos cativeiros e receberá na tribulação, porém, Deus limita a Sua ira para não matar o Seu próprio povo. Israel não teve de seu próprio povo, os seus filhos, alguém que a conduzisse. Ela precisou da misericórdia de Deus. A nação só teve ruína, fome e guerras sem jamais ter um consolador. O pecador que vive nesse mundo não recebe nada exceto sofrimento. Ele precisa de um salvador e consolador (v.17-19).

6.Deus cumpriu toda a Sua disciplina sobre o povo de Israel. Isto é, em profecias, pois ainda não se cumpriram os dias em que Jerusalém será pisada pelos gentios. A nação, quando tiver terminado o Seu tempo de disciplina, terá sido como animais cansados de correr que caíram nas armadilhas preparadas pelo caçador. A nação ficou com bêbada, tamanho o sofrimento. O cálice da ira de Deus se encheu para a nação. Chegou o momento de transferir o cálice para os inimigos tomarem e ficarem atordoados. A nação não servirá mais de tapete para o mundo. Da mesma forma, o pecador que sai do reino das trevas de Satanás é vingado por Jesus o qual esmagou a cabeça da serpente (v.20-23).

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