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Isaías 59


Capítulo 59: A falsidade do pecador e a fidelidade de Deus

1.A falsidade do pecador (v.1-8)
2.Os sofrimentos do pecador (v.9-15)
3.A fidelidade de Deus (v.16-21)

1.O povo sob o reinado de Manassés estava indo de mal a pior. Mas Deus ainda queria salvar o povo. A separação do pecador e Deus é sempre por culpa do pecador que não aceita o amor de Deus. Toda a existência do pecador está manchada pelo pecado e falsidade. As mãos e a língua, as obras e as palavras. Os argumentos do pecador são vazios. A palavra é a mesma que a terra era sem forma e vazia (tohu), ou seja, não existe nada nas palavras do pecador de proveito. O produto do pecador são ovos intragáveis, pois são morte. Os pecados deles são como teia em que os insetos se embaraçam. As teias são sua justiça, mas não servem para cobrir sua nudez diante de Deus. Tudo neles é marcado pela morte e maldade contra o próximo. São palavras repetidas em Romanos 3 para dizer que todos pecaram (v.1-8).


2.As consequências para o pecador são como trevas para o cego. Os fortes são os da assíria diante dos quais Israel era como morto. A justiça procurada tardiamente pode não ser encontrada. A sensação de distância acontece com todos os que se esqueceram de aplicar os princípios da Palavra diariamente. O reconhecimento do pecado não pode ser adiado por muito tempo porque a queda pode ser inevitável até mesmo com a confissão. Esta cegueira atinge não apenas o incrédulo, mas também o crente em desobediência. O crente que ficou cego pelo poder, pelo dinheiro ou pelo sexo ilícito. A justiça, embora poderosa, é muito sensível. Ela sempre retrocede diante da rebeldia, opressão e mentiras do pecador. O pecado instalado no coração do crente faz a justiça recuar, pois a justiça só entra com as boas-vindas e nunca por arrombamento. Os bons sempre são prejudicados neste mundo, mas o Senhor vê e se indigna (v.9-15).

3.Deus é tão bom quanto justo, tão gracioso quanto fiel. No meio da nação pecadora jamais houve um justo sequer, por isso, o próprio Deus através de Jesus Cristo, o Justo, se tornou o mediador dos pecadores. Satanás não teve poder contra Jesus. Da mesma maneira, o crente revestido da armadura de Deus, está protegido dos ataques do Diabo. Na segunda vinda de Cristo, o mundo conhecerá o Seu zelo e vingança. Será tempo de restauração de Israel, somente para os arrependidos. Ele é fiel para com a Sua Aliança. O Espírito Santo agirá nos crentes e serão selados por Ele para o Pai e tudo por causa da redenção no Filho, Jesus Cristo (v.16-21).