Jeremias 52

Capítulo 52: Invasão da Babilônia, queda de Jerusalém e cativeiro
1.O que Deus disse no livro todo que aconteceria, finalmente, aconteceu. O rei Zedequias ficou com toda a responsabilidade pelo cativeiro. Ele apenas continuou os erros dos anteriores, principalmente, Jeoaquim. Zedequias resistiu a Babilônia quando deveria se render e, por isso, Deus o entregou a Babilônia. Jerusalém sofreu o cerco da Babilônia por dois anos. Faltou alimento para Jerusalém e, então, os caldeus aproveitaram essa fragilidade e invadiu a cidade. O rei Zedequias tentou fugir, mas foi capturado, teve os filhos assassinados e os olhos vazados (v.1-11).


2.Além dos prejuízos individuais contra o rei, a Casa do Senhor também foi queimada e os muros ao redor da cidade destruídos. Todas as casas de Jerusalém, incluindo a casa do rei foram destruídas. Os que se saíram melhor nessa invasão foram os pobres que da noite para o dia se tornaram fazendeiros! Os utensílios de valor do Templo foram levados para a Babilônia. Os homens qualificados também foram levados para servirem na Babilônia. Alguns foram mortos. Nessa época, Daniel e os amigos foram levados e se tornaram bênção em terra estranha. O relato dos cativos da primeira leva é exato (3023 judeus). Onze anos depois, a segunda leva (832 pessoas). Dezesseis anos depois, a terceira leva (745 pessoas). O total de cativos era de 4600 pessoas. Joaquim também se saiu muito bem, porém, não sabemos a razão. No entanto, é muito estranho um rei mal ter tido tanta honra. Para isso, temos que concordar com o Salmo 73 que às vezes os ímpios prosperam (v.12-34).

3.Warren W. Wiersbe faz um resumo do livro do profeta Jeremias e nos oferece algumas lições atuais.

Lições atuais do livro de Jeremias
1.Em tempos difíceis, precisamos ouvir a Palavra de Deus e lhe obedecer.
2.Os verdadeiros profetas de Deus geralmente (se não sempre) são perseguidos.
3.O verdadeiro patriotismo não é cego para o pecado.
4.Por vezes, os servos de Deus têm fases de dúvida e de fraqueza.
5.O mais importante não é o sucesso, mas sim a fidelidade.
6.A maior recompensa do ministério é tornar-se semelhante a Jesus Cristo (veja Mt 16.14).
7.Deus é Rei, e as nações do mundo estão sob seu controle soberano.



Pércio Coutinho Pereira, 2013

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