Gênesis 33

Capítulo 33: O reencontro de Jacó com Esaú
1.O reencontro foi tenso. Jacó colocou à frente as pessoas de menor importância para ele. Jacó chegou com uma atitude completamente diferente, humilhado. Esaú tomou a iniciativa de abraçar o irmão. O choro foi carregado de emoções trancadas por 20 anos. Deus trabalhava na vida de Esaú, mesmo que pouca atenção damos a isso. Ele não tinha mais nenhum espírito de vingança. O perdão estava no coração dele. Esaú quis conhecer a família de Jacó. Esaú não esperava nenhum tipo de presentes para ficar apaziguado. É um retrato do perdão oferecido por Deus ao pecador arrependido. Não é necessário tentar oferecer nada a Deus. O perdão é gratuito em Cristo Jesus, bastando o reconhecimento do pecado e a confiança depositada somente na salvação que há em Cristo crucificado. Depois de ser perdoado, Jacó insistiu que Esaú ficasse com os presentes, não mais
para ser perdoado, mas como gratidão pelo que Deus tem feito por ele e sua família (v.1-11).

“No versículo 11, vemos Jacó dizendo: ‘Eu tenho tudo o que necessito’ [NVI], mas ele usou uma palavra diferente, significando “tudo” [RA]. Ele podia usar essa palavra porque era capaz de dizer: ‘Deus tem sido bondoso [gracioso] para comigo.’ O homem do mundo pode ser capaz de dizer: ‘Eu tenho muito’, mas só o santo, conscientemente abençoado por Deus, pode dizer: ‘Eu tenho tudo’. Isto é o que Paulo disse em Filipenses 4.18.”[1]

2.Jacó era um homem gentil para com as mulheres e crianças. Vemos isso pelo gesto de respeitar os passos vagarosos e também cuidando do seu patrimônio, os rebanhos. Esaú gentilmente ofereceu alguma escolta para Jacó. Em Siquém, Jacó edificou um altar e colocou o nome de “Deus, o Deus de Israel” (v.12-20).


[1] Genesis – F. B. Hole (Stem Publishing. Extraído de Scripture Truth Vol. 36, 1948-51)

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