Gênesis 42



Gênesis 42: Os irmãos de José no Egito
É aqui que a história de José adulto se entrelaça com os pais e os irmãos. Aqui se cumprem os sonhos de todos se inclinando a José e é a partir daqui que a história passa de uma família para uma nação. Jacó envia os filhos para irem ao Egito atrás de alimento, uma vez que a seca é avassaladora no mundo. O irmão de José, Benjamim, ficou com o pai. São os dois filhos da mulher amada, Raquel. Só restara a Jacó Benjamim, pois na mente de Jacó, José morrera. Na chegada dos irmãos ao Egito, José os tratou como um governante e não como um irmão. José recebia muitas nações e investigava se não havia artimanhas de espionagem para procurarem pontos fracos do Egito para virem com um exército. Ele trata os irmãos como espiões e exige a vinda de Benjamim. Ele quer reuni-los antes de se revelar a eles. José disse que temia a Deus. Entre os gentios havia alguns que temiam o Deus verdadeiro, por isso, eles não desconfiaram que José fosse um judeu. Todo o pensamento da crueldade que fizeram com José veio à mente dos irmãos enquanto estavam presos no Egito por
mãos de José. Simeão ficou preso e os demais voltaram para Jacó. José colocou de volta o dinheiro deles. Jacó só conseguia ver mais tragédia em sua vida. José “morrera”, Simeão estava preso no Egito e agora levariam Benjamim. Rúben animou o pai oferecendo os filhos como garantia de que voltariam vivos. Mesmo assim, Jacó não aceitou. Só mais tarde, com os argumentos de Judá foi que ele liberou Benjamim para ir com eles ao Egito (v.1-38).

“Toda a severidade do tratamento enigmático foi dirigida para testá-los e verificar se ainda eram os mesmos homens cruéis e ferozes como antigamente... o claro processo do perdão em seu coração fraterno foi moldado pela lei [do Egito] o qual se aplica ao perdão de Deus a nós”[1]


[1] Expositions of Holy Scripture (Genesis), pg. 139 – Alexander Maclaren (1826-1910) (Grand Rapids, MI: Christian Classics Ethereal Library)

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