Êxodo 1



Capítulo 1: Sofrimento e Perigo
1.A família de Jacó estava protegida da fome e tinha uma terra para residir no Egito. Aquela terra era temporária para a família, pois Deus os queria na terra de Canaã. Porém, Canaã era um lugar perigoso, no momento. O plano de Deus ainda não era compreensível, mas muita coisa aconteceria até que se instalassem novamente na terra prometida. Deus abençoou e multiplicou a família de Jacó. Com a ausência de José e com a morte do Faraó, levantaram-se outros soberanos no Egito. A desconfiança e o medo do novo Faraó fizeram com que ele e seus oficiais impusessem sobre os israelitas muito trabalho. Na mente de Faraó, ocupados com o trabalho, enfraquecer-se-iam. Porém, mesmo em meio ao sofrimento, o povo cresceu em número. O sofrimento prolongado pode amargar a vida e foi isso que aconteceu com o povo. A nação de Israel vivia para muito serviço
pesado e maus tratos (v.1-14).

2.A nação correu o perigo de extinção com a nova decisão de Faraó. Ele ordenou às parteiras dos hebreus que não deixassem os meninos viverem, apenas as meninas. Isso contribuiria para dois propósitos. Primeiro, os hebreus não teriam guerreiros e, além disso, as mulheres seriam tomadas por esposas e fortaleceriam os egípcios, uma vez que as mulheres hebreias eram fortes e fecundas. As parteiras não traíram o Seu Deus e nem o seu povo. É curioso que muitos, hoje, veriam a crueldade de Faraó, mas não conseguem enxergar que o aborto não é diferente disso e talvez seja até pior, pois é a própria mãe assassinando seu próprio filho. A nossa sociedade também coloca os bebês em perigo. Alguém disse que atualmente o lugar mais perigoso de se viver é no ventre de uma mãe. É claro que essa frase é um exagero, mas é uma tentativa de denunciar o perigo do aborto cada vez mais crescente e aceito pela sociedade como uma escolha normal. O perigo era grande, mas Deus protegeu os bebês e a nação se tornava forte. Faraó apelou para o povo com algum discurso inflamado de auto preservação. Ele mandou que o povo jogasse no rio todos os meninos bebês hebreus. Anos mais tarde, Herodes faria o mesmo, mandando matar os meninos abaixo de 2 anos com o objetivo de matar Jesus, o rei dos judeus.

“O Bispo do Córdoba [Espanha], Dom Demetrio Fernández, afirmou que com a difusão do aborto e dos milhares de assassinatos de crianças por nascer, o ventre materno ‘se converteu no lugar mais perigoso da sobrevivência’”.[1]

Nenhum comentário:

Postar um comentário