Êxodo 16

Capítulo 16: O Maná
1.A fome apertou para um povo tão grande e é compreensível que fome traga irritação, mas há maneiras de se lidar com um corpo debilitado e faminto. No caso, poderiam orar, pedir, com súplica e dependência, àquele que os libertou do Egito. Porém, preferiram murmurar e mostrar ingratidão exagerando seus sentimentos e até mentindo, pois é evidente que no Egito não estava melhor, eram escravos e não tratavam bem os escravos (v.1-3).

2.Deus é paciente e promete enviar o pão diário do céu e carne. A reclamação era contra Deus, pois Moisés era apenas servo Dele. Muitas reclamações e indignações nossas contra instituições, situações e pessoas, são em última análise, reclamações contra Deus. A glória de Deus estava dirigindo todo aquele assunto através da nuvem (v.4-12).


3.O povo não tinha ideia do que era aquilo que caía do céu. Por isso, perguntavam: “Que é isto?” Essa pergunta em hebraico é “maná”, então, assim ficou conhecido aquele pão, maná. Havia algumas instruções sobre o colhimento do pão. Cada família deveria pegar um jarro ou o quanto lhe bastasse. Ninguém deveria ficar com fome, mas comer à vontade. No entanto, não poderia ter desperdício. As famílias não precisam se preocupar com o dia seguinte, pois Deus daria outra medida. Não deveriam guardar para o outro dia ou fazer estoque de maná. Alguns fizeram isso, agindo por falta de fé. O resultado foi desastroso. O alimento apodreceu e cheirou mal. Moisés ficou furioso com a ganância e desobediência deles. Jesus disse: “Basta a cada dia o seu mal”. No sexto dia colhiam dois jarros, pois no sábado não cairia o maná. A incredulidade também aconteceu no sétimo dia, pois alguns foram buscar mais maná, porém, nada encontraram. Moisés, novamente, reprendeu o povo. Um jarro foi colhido como amostra para as futuras gerações como testemunho do suprimento de Deus. Evidentemente, não apodreceria. Nunca faltou alimento para o povo durante os 40 anos. Cada porção era de mais ou menos dois litros (v.13-36).

“Jesus comparou a Si mesmo com o maná (Jo 6.33, 47-51, 53-58). É um tipo (uma ilustração divina) de Cristo. Nosso Senhor deu-se sem reservas, mas cada crente não possui mais Dele experimentalmente do que se apropriar pela fé. O Maná também representa Cristo em Sua humilhação dando Sua carne para que pudéssemos ter vida (Jo 6.49-51). Meditar Nele é alimentar-se do verdadeiro maná (Jo 6.38-40).”[1]

Jesus, o Pão da Vida e a fome do pecador
1.O pecador tem fome e pensa que tem a solução (v.1-3)
2.Deus tem a solução para o pecador, mas este precisa obedecer (v.4-12)
3.O Pão da Vida vem do céu (v.13-15)
4.Cada pecador precisa experimentar o Pão da Vida individualmente (v.16-18)
5.O Pão da Vida é o alimento espiritual diário, recebido pela fé (v.19-31)
6.O Pão da Vida deve ser apresentado a todos, em todas as épocas (v.32-36)




[1] Notes on Exodus Dr. Thomas L. Constable, pg. 93 (Published by Sonic Light - 2014 Edition)

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