Miquéias 4

Capítulo 4: A restauração de Israel e das nações briguentas
Um dia, os povos aprenderão de Israel, em Jerusalém, a Palavra do Senhor. As nações não terão mais desejo e necessidade de brigar entre si. As armas se transformarão em instrumentos agrícolas. Isso acontecerá quando o Senhor dos Exércitos colocar um fim na história desastrosa do mundo e estabelecer o seu reino de paz. As nações são idólatras, mas o povo de Deus, desde já, busca somente ao Deus verdadeiro. A nação de Israel, hoje, está dispersa, mas o Senhor a congregará em um lugar de adoração. Será no mesmo lugar onde atualmente há conflitos, em Israel. As ovelhas de Israel possuem uma torre que é em Jerusalém, onde poderão se refugiar. Não é o lugar que as salvará, mas o Pastor de suas almas, Jesus Cristo. No momento, o lamento é por falta de rei, mas um dia Israel terá o seu poderoso rei, o Messias, Jesus Cristo. O cativeiro foi profetizado, já aconteceu, porém, as promessas do rei ainda não se cumpriram. Deus é verdadeiro e cumpridor de todas as suas promessas. Portanto, não devemos aceitar a doutrina do substitucionismo como se a Igreja tivesse tomado o lugar de Israel. Deus tem planos maravilhosos para a Igreja, porém, esta não ficou
no lugar de Israel, pois Deus também tem planos maravilhosos para a nação de Israel, prometidos a Abraão, Isaque e Jacó. Muitas nações estão contra Israel, torcendo para a sua ruína. Apesar disso, Deus ajuntará Israel como se ajuntam os feixes fortalecerá a nação para a derrota dos povos antissemitas (os que são contra Israel) (v.1-13).

“Sião é comparada a uma torre do rebanho (8), um daqueles recintos murados, com apriscos ao redor, para ovelhas, que podem ser encontrados nas vastas pastagens da terra santa. Porém, até mesmo esses muros deixarão de servir de proteção, e seus habitantes serão forçados a habitar no campo, e em seguida, na Babilônia (10). Mas ali, igualmente, o Senhor haveria de redimi-los. Esta referência à Babilônia é uma notável predição visto que, quando Miquéias escreveu, a Assíria era o principal poder adversário.”[1]



[1] Novo Comentário da Bíblia, Miquéias, pg.13 (Editado pelo Prof. F. Davidson, MA,DD. Editado em Português pelo Rev. D. Russell P.Shedd, MA, BD, PhD – Edições Vida Nova – São Paulo – SP – 2000)

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