Levítico 1-6

Capítulo 1: Holocausto
Holocausto significa “oferta queimada”. O holocausto é uma oferta que indica total consagração do ofertante a Deus. Ele é aceito pelo Senhor por causa da oferta. Deve ser um animal sem defeito, assim como o Senhor Jesus foi o cordeiro sem pecado. O pecador ao oferecer o holocausto, colocava a mão sobre o animal, transferindo sua culpa a ele e, assim, sendo aceito por Deus. Todas as partes eram colocadas em ordem, as entranhas eram lavadas e, finalmente, tudo era queimado ao Senhor. Não existe consagração de áreas de nossa vida. Quando tudo deixarmos no altar, então, aí se dará a nossa total consagração.

Capítulo 2: Oferta de manjares (cereais)
A oferta de manjares ou de cereais indica o reconhecimento da bondade de Deus. O Senhor nos dá o melhor, por isso, a farinha tinha que ser a melhor (a flor de farinha). O azeite e o incenso dariam à oferta um cheiro agradável. Nossa vida deve ser de um cheiro agradável a Deus. O fermento não podia acompanhar a farinha, assim como as intenções malignas não devem acompanhar nosso culto
a Deus. O mel também era proibido nesse tipo de oferta. O mel simboliza a malícia. A doçura do pecado pode nos seduzir e levar-nos para longe do Senhor. O mel e fermento podiam ser levados como oferta das primícias (primeiros frutos), mas não para serem queimados como oferta de manjares. O sal devia ser usado em todas as ofertas de manjares. O sal era um produto muito precioso, assim como nossa adoração ao Senhor é preciosa. Não temos em nós mesmos o melhor para Deus. Somos temperados com Sua misericórdia que nos assiste. As espigas de trigo também eram oferecidas, verdes, esmagadas e tostadas. Nosso culto é nossa vida toda a Ele.

Capítulo 3: Sacrifícios pacíficos
Os sacrifícios pacíficos indicam comunhão com Deus. A paz de Deus que excede a todo o entendimento é que guarda o nosso coração. A comunhão com Deus tem o poder de trazer paz à nossa alma. O sangue e a gordura interna do animal não podiam ser comidos, pois eram do Senhor. Não pertence ao homem a salvação e a comunhão, mas são atos de Deus para beneficiar o homem. A salvação é pela graça, assim como a possibilidade de comunhão com Ele.

Capítulo 4: Sacrifícios pelos pecados por ignorância
Todo pecado mostra a fraqueza humana e são passivos de julgamento por Deus. Há pecados que as pessoas cometem, mas que não têm entendimento de que são pecados. Embora, na maioria das vezes, a consciência funcione para denunciar os pecados próprios, a sociedade tem maneiras de enganar a própria consciência. Pecado é pecado, não importa se o indivíduo saiba ou não. Paulo amaldiçoou o sumo sacerdote, mas não sabia que era o sumo sacerdote. No entanto, a Lei dizia que não era para amaldiçoar o líder, por isso, considerou-se culpado. Os líderes são responsáveis em obedecer a Deus, assim como todo o povo. Alguns têm mais responsabilidades do que outros, mas todos são responsáveis diante de Deus por seus atos.

Capítulo 5: Sacrifício pelos pecados ocultos
É diferente o pecado por ignorância e o pecado oculto. Uma coisa é não saber que algum ato é pecado, outra coisa é saber que é pecado e ocultar esse pecado, esconder, ou tentar esconder de Deus e das pessoas. A omissão é esse tipo de pecado. A única maneira de lidar com isso era confessando e oferecendo o sacrifício de sangue. Até quem não tinha dinheiro para comprar um animal recebia a misericórdia de Deus, pois ao oferecer um punhado de farinha esta era colocada sobre um sacrifício de sangue e Deus aceitava como se fosse um sacrifício de sangue, pois pegou “carona” sobre outro sacrifício. A graça de Deus é sobre todos os que confessam.

Capítulo 6: Sacrifício pelos pecados deliberados (premeditados, voluntários)
O pecado voluntário é diferente do pecado por ignorância e do pecado oculto. O pecado voluntário agride de forma violenta uma lei já conhecida. O pecado voluntário esconde uma malignidade de intenção. Neste tipo de pecado, haveria restituição de valores roubados, por exemplo. Moisés recebeu instrução de Deus sobre os holocaustos que deveriam queimar até às cinzas. O fogo jamais deveria ser apagado. As ofertas só podiam ser comidas pelos descendentes de Arão. Deus também instruiu Moisés sobre a consagração de sacerdotes. Os sacrifícios de oferta pelo pecado tornavam santo tudo o que tocasse. Se a veste do sacerdote fosse respingada com o sangue desse tipo de sacrifício, ele deveria lavar as vestes em lugar sagrado. Vasilhas de barro eram quebradas e se fosse de bronze eram enxaguadas. “Há poder no sangue de Jesus” dizia o antigo hino. O Senhor nos tocou e nos tornamos santos. Esses sacrifícios mostravam o perdão que viria em Cristo Jesus. Não importa o quanto nosso pecado sujou nossa vida, Jesus nos torna limpos pelo seu sangue derramado na cruz.

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