Levítico 17

Capítulo 17: As leis do sacrifício
1.Alguém poderia tentar oferecer um sacrifício a seu próprio modo, como Caim tentou fazer, mas seria rejeitado, assim como Caim foi. Não é apenas o derramamento de sangue de um animal inocente, mas deveria ser oferecido como o Senhor ordenou. Não basta acreditar na crucificação de Cristo e acrescentar nossas obras para sermos salvos. Ele é o único e suficiente Salvador, ou seja, não mais é necessário com o fim de ser salvo. Nem obras de caridade, nem perseverança, nem bom comportamento, nem austeridade contra o corpo, tais como flagelo, penitência, jejuns ou qualquer ascetismo. Isso é produzido pelo orgulho e não resulta em piedade. O pecador deveria apresentar ao sacerdote à porta da congregação. O sacerdote imolava o animal, aspergia o sangue sobre o altar, queimava a gordura e tudo a céu aberto e não em lugar fechado. O sacrifício era oferecido ao único Deus e não aos outros deuses, os quais nada mais são do que demônios. Até os estrangeiros que desejassem adorar o Deus de Israel deveria se submeter aos procedimentos ordenados por Deus. O sangue não podia ser comido ou bebido. A vida está no sangue. Isto nada tem a ver com transfusão de sangue, pois é exatamente porque a vida está no sangue que existe transfusão. Os pagãos gregos acreditavam na transmigração da alma, assim como alguns acreditam que o sangue de uma pessoa nas veias de outra faria com que a alma passasse para outra vida. Absurda ideia! A
proibição também foi dada de comer um animal que morreu por causas naturais e animal morto por outro animal. Como já temos visto, e podemos dizer o mesmo sobre este caso, não significa que a carne ficaria envenenada, mas que estaria desobedecendo uma ordem direta de Deus. Ele podia ordenar o que quisesse, pois é Deus e o dono de nossa vida. Ele promulgava leis para desafiar a obediência do homem. Este podia obedecer, pois não estava além de sua capacidade mental de compreender, mas acabava desobedecendo, pois sua tendência a desobediência e rebeldia prevaleciam por diversas vezes. A discussão sobre chouriço deve ficar longe dos princípios bíblicos. Não somos regidos pelo comer ou deixar de comer (v.1-16).

A maneira de Deus e a maneira do homem
1.Sacrifício certo, lugar errado (v.1-3)
2.Fora dos padrões de Deus (v.4)
3.Dentro dos padrões de Deus (v.5)
4.A oferta é para Deus e não para o homem (v.6)
5.Os demônios querem ter parte na adoração de Deus (v.7)
6.O estrangeiro deve se adaptar à maneira de Deus (v.8-9)
7.A exaltação do tema sangue para enfatizar a morte de Cristo (v.10-14)
8.A morte cruenta, e não causas naturais, lembra o sacrifício voluntário e consciente de Jesus (v.15-16)

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