Levítico 20

Capítulo 20: As proibições impostas pela santidade de Deus ao Seu povo
1.A Lei de Moisés proibia que o povo praticasse os pecados que os vizinhos praticavam. Os princípios continuam os mesmos para o povo de Deus na igreja. Deus é santo e o Seu povo deve ser santo também. Existem proibições impostas pela santidade de Deus ao Seu povo. A idolatria é uma dessas proibições. Moloque era um deus amonita. Oco por dentro, colocavam fogo por baixo para ferver e com os braços abertos recebia as crianças como sacrifício. A idolatria sempre é repugnante, pois é uma afronta contra o Deus verdadeiro, criador de todas as coisas. Não há diferença entre um adorador de Moloque e um adorador de qualquer outro ídolo. Todos levam à morte. Deus considera
a idolatria como uma prostituição (v.1-5).

2.A adivinhação é condenada por Deus. Não importa os métodos usados, todos desafiam a soberania de Deus. Seja por entranhas de animais, por cartas, tarô, pedrinhas, peças de roupas, etc. O espiritismo ou necromancia é a suposta comunicação com os mortos. De fato, falam com demônios. Não havia espaço na sociedade para eles, no governo de Deus. Hoje, eles são respeitados e procurados sem qualquer censura. Estão no meio artístico, nos esportes e nos governos. Deus é santo e não admite que o seu povo tenha contado com espiritualistas, adivinhos e com signos do zodíaco (v.6-8 e v.27).

3.A rebeldia contra os pais é proibida. Os pais devem ser honrados. A santidade de Deus proíbe que um filho xingue seus pais, pois é o mesmo que amaldiçoar. Não há rebelde na sociedade que não tenha primeiro se rebelado contra os seus pais, por isso, protegê-los é ir contra o governo de Deus e Sua santidade (v.9).

4.Deus proíbe o adultério e os vícios sexuais. As leis do nosso país aprovaram que o adultério seja retirado da lista de crimes. Portanto, adultério não é mais crime aos olhos da nossa sociedade, embora poucas coisas, se é que existe alguma, erradas não constituem crime. Mas no governo de Deus, o adúltero terá que se ver com o Juiz supremo. O adultério destrói caráter, família e a santidade do lar. O incesto precisa ser denunciado antes que não seja mais crime. A pedofilia foi bem aceita entre os gregos e pode ser que logo seja admitida em nossa sociedade. O homossexualismo já é aceito em nossa sociedade. Chamam isto de opção sexual ou orientação sexual. Mas no governo de Deus isto é abominação. A bestialidade é uma prática comum entre muitos. É horrível, mas não há denúncia. O ser humano desceu ao nível de um animal. “O famoso relatório de Kinsey... afirma que entre quarenta e cinquenta por cento dos varões... que residem em áreas rurais, têm contatos sexuais... com animais das fazendas... Nas cidades ... cai para quatro por cento. Tal prática é proibida por lei em 49 dos 50 estados norte-americanos...”[1]. Todos os pecados sexuais podem se tornar comuns. Os nossos escrúpulos não devem impedir de falarmos nessas coisas. Há pecadores silenciosos e, talvez, com capa de santos. Os vícios sexuais são a deformação da santidade do sexo, oferecido por Deus com tanto carinho. Como o sangue devia ser respeitado por ser objeto cerimonial, o ato sexual durante a menstruação era uma ofensa contra o sangue. A santidade de Deus exige a nossa santidade. A nossa sociedade não gosta de proibições (v.10-26).

As proibições impostas pela santidade de Deus ao Seu povo
1.Idolatria (v.1-5)
2.Adivinhação e espiritismo (v.6-8, 27)
3.Rebeldia contra os pais (v.9)
4.Adultério e vícios sexuais (v.10-22)




[1] O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo vol. 1, pg. 514-515– Russell Norman Champlin (Editora Hagnos – São Paulo – SP – 2ª ed. 2001)

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