Levítico 25

Capítulo 25: O Ano do Jubileu
1.Deus distribuiu as terras para os israelitas de modo que poderiam semear por seis anos a terra, mas ao sétimo não deveriam trabalhar nela. Era uma medida que favoreceria aos pobres e estrangeiros os quais não tinham terras ou condições de trabalho. O pregador em Eclesiastes disse que há tempo para tudo debaixo do sol. Há tempo para semear, mas também há tempo para descansar a terra que Deus mandou. Ninguém precisava discordar da ordem do Senhor, mas somente obedecê-la (v.1-7).

2.Depois de 49 anos haveria mais um descanso da terra, mas não só isso, o 50º ano era o Ano do
Jubileu. Várias negociações têm leis para o Ano do Jubileu. A compra das terras era baseada nos produtos que nela continham. Faltando pouco tempo para o Ano do Jubileu o preço era menor, faltando muitos anos, então, o preço era valorizado. Não deveria haver exploração imobiliária. Alguém que se preocupasse sobre não plantar no 7º ano, deveria confiar no Senhor, pois Ele daria abundância para os três anos seguintes. Se apenas no 9º ano é que a terra produziria, o lavrador poderia ficar tranquilo, pois no 6º ano a colheita seria enorme. Não existe proprietário de terra, pois a terra é de Deus. A terra vendida devido ao empobrecimento sempre seria resgatada por algum parente. Se alguém não puder resgatar a terra que vendeu, também não precisaria ficar preocupado, pois o comprador deveria devolver a terrar no Ano do Jubileu. Portanto, não havia exploração e enriquecimento ilícito. Essas eram as leis para propriedades em zona rural. Para as casas em cidades muradas, se não houvesse resgate em um ano, então, a casa continuava com o proprietário atual. As casas dos levitas eram deles por direito perpétuo. Eles não eram comerciantes de imóveis. Casas dos levitas nas cidades sempre voltavam para eles no ano do Jubileu. As casas de campo dos levitas não podiam ser comercializadas. Tudo isso era para proteger as propriedades de cada um. Era necessário honestidade, obediência e fé (v.8-34).

3.Havia pobres em Israel por tempo determinado, ou seja, um empobrecimento por alguma situação que fugiu do controle de alguém. Neste caso, a comunidade devia tratá-lo com respeito e dignidade. Ninguém deveria se aproveitar de sua situação, mas ajudá-lo. Enriquecimentos devido à miséria do próximo era terminantemente proibido em Israel (v.35-38).

4.O povo de Israel não deveria fazer de seus compatriotas escravos, mesmo que devessem. Neste caso, eles poderiam ser empregados trabalhando até sua dívida ser paga. Após o pagamento, estavam liberados. Nenhum tipo de tirania haveria entre o povo de Deus. Os escravos eram permitidos somente no caso de estrangeiros. No caso de um estrangeiro se tornar rico nas terras do povo de Israel e comprar israelitas empobrecidos, o próprio povo de Israel deveria resgatar o compatriota da mão do estrangeiro a preço justo de um trabalhador. O estrangeiro em terras de Israel deve respeitar o Ano do Jubileu e libertar o israelita, caso ninguém o tenha resgatado. O povo de Israel deveria ser servo apenas do Senhor. Isto nos ensina sobre o nosso resgatador Jesus Cristo. Ele deu de Si mesmo para nos resgatar das mãos do estrangeiro a nós, Satanás (v.39-55).


Abandono de seus “direitos” e “lucros” para ganhar algo melhor de Deus
1.Deixando a terra descansar (v.1-12)
2.Devolvendo a terra ao antigo proprietário (v.13-17)
3.Deixando de trabalhar na terra (v.18-24)
4.Perdoando o pagamento da dívida (v.25-28)
5.Devolvendo a casa ao proprietário (v.29-34)
6.Abrindo mão de lucros sobre o endividado (v.35-38)
7.Alforriando antes mesmo de obter o escravo (v.39-46)
8.Pagando a dívida do irmão (v.47-55)

Nenhum comentário:

Postar um comentário