Deuteronômio 14

Capítulo 14: Luto, animais e dízimos
1.Deus não permite o auto flagelo como forma de luto. Ele permitiu o rasgar das vestes, a vestimenta de saco e jogar cinza e pó sobre a cabeça. Eram formas não agressivas de lamento. Isso mostra que até mesmo na aflição é possível equilíbrio. Isso distingue o povo de Deus que recebe o consolo Dele e o povo incrédulo que não tem esperança (v.1-2).

2.Todas as regras a respeito de animais puros e impuros foram canceladas diante de Pedro em Atos
10. Não nos conduzimos com regras de alimentos. Os que tentam pressionar as pessoas, enchendo-as de regras são os que seguem os ensinos dos demônios, conforme Paulo em 1 Tm 4. Deus colocou o povo debaixo de teste de obediência. É inútil tentar razões para aquela dieta que não fosse simplesmente o teste de obediência (v.3-21).

3.Os dízimos e ofertas eram a forma de controle social, pois através dessas ofertas não haveria pobre em Israel. Aqueles que trabalhavam integralmente para Deus conduzindo o povo à adoração, também eram sustentados pelos dízimos. Hoje temos um padrão muito maior ensinado por Deus através do apóstolo Paulo em 1 Co 9 e 2 Co 8-9. Damos voluntariedade e alegria e não nos limitamos a uma porcentagem. Deus não nos deixará passar por necessidade ao contribuir dessa maneira. Não estamos contando as moedinhas, mas dando liberalmente. Muitos, até sem perceberem acabam dando mais do que o dízimo (v.22-29).

“Se crentes debaixo da Lei podiam dar 10% de seus rendimentos, isto certamente é uma boa base para os crentes que vivem debaixo da Nova Aliança começarem a dar. Entretanto, não deveríamos parar nos 10%, mas deveríamos dar sistematicamente à medida que o Senhor nos faz prosperar (1 Co 16.1-2).”[1]



[1] Notes on Deuteronomy - Dr. Thomas L. Constable, pg. 65 (Published by Sonic Light - 2014 Edition)

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