Josué 20

Capítulo 20: As cidades de refúgio
As cidades de refúgio são uma ótima ilustração do refúgio que o pecador tem em Cristo Jesus. Evidentemente, por ser uma ilustração, temos que tomar o cuidado de não esticá-la a tal ponto que acabemos pregando um ensino errado. Por exemplo: o assassino aqui não é um criminoso culpado, pois foi um acidente. Nós como pecadores não somos, de modo algum inocentes, pois, de fato, nos afastamos da verdade de Deus, rejeitando Suas revelações naturais, Sua Palavra e Jesus Cristo
(v.1-9). Outras referências sobre as cidades de refúgio: Ex 21.14, Dt 4.41-43, 19.1-13, Nm 35.25ss, Sl 32.7, 46.1, 91.1.

“Uma analogia é frequentemente instituída entre a cidade de refúgio e o Evangelho como o caminho da Salvação. Há uma marca essencial da diferença entre os dois: um era para a proteção do inocente, o outro é a provisão de Deus para a redenção do culpado. Mas são semelhantes nisto: eles falam de um refúgio do golpe fatal do vingador.”[1]

Nosso refúgio em Cristo (Js 20)
1.Foi profetizado (v.1-2)
2.É um refúgio contra o inimigo que quer nos destruir (v.3)
3.Permite-nos habitar em segurança com nosso Sumo-sacerdote, Jesus (v.4)
4.Protege-nos dos assaltos de Satanás, nosso inimigo (v.5)
5.Livra-nos do Dia do Juízo (v.6)
6.Está à disposição de todos os que crerem (v.7-9)



[1] The Pulpit Commentary, Js 20 - Edited by the Very Rev. H. D. M. Spence, D.D., and by the Rev. Joseph S. Exell, M.A. (Published in 1880-1897 extraído de e-sword version 10.3.0 - 2014)

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