Mateus 5

Capítulo 5: As bem-aventuranças e o cumprimento da Lei
1.As Bem-aventuranças anunciam o reino de Cristo onde haverá recompensas para os que andam na justiça. Hoje, não há justiça completa e verdadeira. O código de ética para o reino já pode ser exercido, de certa forma, pelos salvos por Cristo Jesus. O sal usado nas construções antigas de Israel, misturado com barro, era a única forma do sal ficar insípido. O Senhor Jesus deu aos salvos a maravilhosa oportunidade de fazerem uma diferença na sociedade tanto para transformar vidas

Mateus 4

Capítulo 4: A tentação, os discípulos e as curas
1.Fica claro que Cristo não podia pecar, pois Ele não era simplesmente um homem que não pecava, mas é o próprio Deus. A essência de Cristo é mais do que a ausência de pecado, mas Sua essência é a própria santidade. A segunda tentação do Diabo foi uma deturpação do Salmo 91.11-12. A defesa de Jesus diante de Satanás foi a Palavra de Deus (Deuteronômio 8.3, 6.16 e 6.13). O serviço dos

Mateus 3

Capítulo 3: João Batista e o batismo de Jesus
1.A mensagem de João era o anúncio do reino de Deus que é do céu vindo até a terra, mas que foi adiado por rejeição dos judeus. As vestes de João eram semelhantes as do profeta Elias e a alimentação era permitida (Levítico 11.22). O batismo era realizado pelos judeus para os prosélitos, mas João convida aos judeus para aceitarem a mensagem da vinda do Messias. Para isto, precisavam mudar de mente, ou seja, não bastava serem filhos de Abraão, precisavam obedecer a Deus. Os

Mateus 2

Capítulo 2: Os magos, a fuga, a matança e o retorno
1.Herodes, o Grande, era rei da Judeia, título oficial dado pelos romanos. Mago era um termo vindo do hebraico “rabmag” ou oficial da babilônio e persa. Só mais tarde veio a designar “feiticeiro”. As profecias de Daniel não ficaram desconhecidas e esses homens respeitados e estudiosos receberam de Deus um sinal para conferir o cumprimento das profecias. Herodes sentiu-se ameaçado em sua posição de rei e por isso consultou os religiosos judeus, os quais confirmam Miqueias 5.2. Os magos entraram na casa e não manjedoura. Acredita-se que o menino já teria uns 2 anos (veja v.16). Cristo

Mateus 1

Capítulo 1: A genealogia de Jesus Cristo e o Seu nascimento
1.O Senhor Jesus tem todo o direito ao trono de Davi. Na genealogia de Jesus há menção de quatro mulheres, mostrando a importância delas e a graça de Deus incluindo duas mulheres gentias (Raabe e Rute) e três não sendo o padrão de pureza moral (Tamar, Raabe e Bate-Seba). Note que quanto a José (v.16) não se diz que ele “gerou”. Sete vezes neste livro é dito que Cristo é o Filho de Davi (1:1, 9:27, 12:23, 15:22, 20:30, 21:9, 22:42). Cristo significa “Ungido” é a forma grega para Messias. Ungir significa derramar óleo sobre a cabeça. Cristo foi ungido com o Espírito Santo. A pomba é uma

Mateus - Introdução

O Evangelho de Mateus

Introdução[1]
O Evangelho de Mateus (Rei Messias, 1.1 e 27.37)
1.O autor é Mateus (também chamado de Levi, Mc 2.14), um dos doze apóstolos. Mateus significa “Dom de Deus”. Era um publicano convertido (Mc 2.14, Mt 10.3, 9.9). Quando foi chamado por Jesus, deixou tudo e o seguiu (Lc 5.27-28). Preparou um grande banquete para Cristo (Lc 5:29). Provavelmente fosse rico, pois era publicano. Mateus não cita que ele mesmo foi quem ofereceu um “grande banquete” em sua casa, por ocasião da sua chamada ao ministério (Lc 5:29) nem ao seu

Jó 42

Capítulo 42: A confissão, a repreensão e a restauração
1.Jó queria encontra-se com Deus para justificar-se, mas quando teve a oportunidade ele só conseguiu admitir sua arrogância por falar do que não sabia. Ele esteve durante toda a manifestação de Deus dentro do redemoinho. Assim como Moisés diante da sarça ardente e na fenda da penha, Jó viu Deus com os próprios olhos. Temos necessidade de ver Deus em nossa vida e essa oportunidade acontece todos os dias, pois podemos ver Deus na intimidade através da oração e confiança Nele. Jó

Jó 38, 39, 40, 41

Capítulos 38-41: A primeira e única contenda de Deus contra Jó
1.Dos capítulos 38 até o 41 Deus faz 70 perguntas a Jó e com essas perguntas mostra que Jó é arrogante, pois nada sabe e mesmo assim quis colocar Deus em julgamento. O Criador levanta questões sobre 27 temas, sendo 8 a respeito dos fenômenos naturais, 12 sobre animais e 7 sobre a criação da terra, mar e céu. Deus fala sobre os fundamentos da terra, o mar, a alva, o abismo, a largura da terra, o pôr-do-sol, a neve, a luz, a chuva, o gelo, os signos do zodíaco, os relâmpagos, os meteoros, as nuvens, o solo, os leões, os corvos, as cabras, os jumentos selvagens, os bois selvagens,

Jó 32, 33, 34, 35, 36, 37

Capítulos 32-37: A nona acusação contra Jó (a primeira de Eliú)
1.Talvez a esperança de Jó estivesse nessa nova personagem que se apresenta, Eliú. Era jovem em relação aos amigos de Jó e ao próprio Jó, mas sentia a indignação de um sábio diante de tanta insensatez. No primeiro versículo do capítulo 32 fica claro que Jó estava se vendo além do que lhe era permitido. Ele era justo e Deus já falara isto em Sua Palavra, no primeiro capítulo, mas Jó estava tentando se valorizar diante dos amigos. Eliú se irou contra isto e contra a presunção de Jó em querer ser mais justo do que Deus. Isto vemos nos capítulos anteriores quando ele propõe um tribunal diante de Deus para se justificar. Eliú também se zangou contra os amigos mais velhos que

Jó 28, 29, 30, 31

Capítulos 28-31: A sétima contenda de Jó contra Deus
1.O poder e sabedoria que Deus concedeu aos homens permitem que explorem as profundezas da terra para encontrar metais, águas das rochas. Nesta habilidade o homem supera aos animais, ainda mais com a tecnologia desenvolvida e ferramentas apropriadas. O argumento de Jó continua para chegar ao ponto que deseja, ou seja, que o homem é sábio até um ponto, mas depois disso precisa deixar com Deus o julgamento correto das situações da vida. Os amigos de Jó são muito matemáticos em seu julgamento como se estivessem explorando a terra. Se Jó e seus amigos pudessem ver o futuro e se chegassem a ver os nossos dias, veriam que não conhecem quase nada

Jó 26, 27

Capítulos 26-27: A oitava defesa de Jó (a terceira contra Bildade)
1.Jó também reconhece a soberania de Deus, mas não aceita as indiretas de Bildade duvidando da justiça de Jó. Os erros dos amigos de Jó são repetidos em todas as épocas. Jesus socorria o cansado e sem vigor. Jó fala com ironia da sabedoria de Bildade. Algo importante para pensarmos sobre os nossos aconselhamentos. Com a ajuda de quem aconselhamos e qual espírito está nos dirigindo? (26.1-4).

2.Jó engrandece ao Senhor em várias esferas. “Debaixo das águas” se refere simplesmente ao lugar

Jó 25

Capítulo 25: A oitava acusação contra Jó (a terceira de Bildade)
Os argumentos de Bildade são tão óbvios que não precisou se estender muito. Deus tem poder sobre todos os astros celestes e anjos. No céu há paz real que não existe aqui na terra. Bildade desafia Jó a contar os anjos, os exércitos de Deus. São inumeráveis. A luz de Deus alcança a todos. A luz do sol e a luz de Sua revelação. O homem não tem nenhuma justiça diante de Deus por si mesmo. Toda a criação de Deus é pura aos Seus olhos. Tudo o que Ele fez era bom. Anteriormente (15.14-15), Elifaz disse as mesmas palavras sobre as estrelas não serem puras aos olhos de Deus. O sol tem uma luz imperfeita comparada ao Criador, porém, Ele fez o Sol perfeito para as nossas

Jó 24

Capítulo 24: A sexta contenda de Jó contra Deus
1.A contenta de Jó contra Deus é tão grotesca que ele dá a entender que Deus não governa de modo correto a humanidade. A questão é que o homem, mesmo depois da queda, possui o livre arbítrio e todas as suas obras serão julgadas não aqui, mas na eternidade. Há muitas injustiças, tais como roubo de gado e de terras, roubo dos pertences dos órfãos e viúvas, injustiças sociais, tais como pobres que passam frio, penhorados pelos credores ricos e trabalho escravo. Parece que Deus não

Jó 23

Capítulo 23: A sétima defesa de Jó (a terceira contra Elifaz)
1.Jó está se esforçando para não blasfemar e se revoltar contra Deus. Ele não tem direito de blasfemar contra Deus e nem nós. O psicologismo diz que não devemos nos reprimir, mas a Palavra de Deus ensina a reprimir a ira e aqui Jó nos ensina a reprimir o gemido ou a reclamação, pois o próprio Deus sabe nos colocar no lugar da humilhação. É melhor aprender a humildade do que trilhar o caminho da humilhação que é mais doloroso. Onde encontrar Deus no sofrimento? Jó queria se justificar, mas o momento é de receber o sofrimento calado. Todo o sofredor está com a boca cheia de argumentos, mas não é isto o que Deus quer ouvir. A esperança de Jó é que Deus respeitaria a diferença entre a grandeza Dele e a fraqueza de Jó e, por isso, o atenderia. O que Jó

Jó 22

Capítulo 22: A sétima acusação contra Jó (a terceira de Elifaz)
1.A razão do sofrimento humano para Elifaz é culpa do próprio ser humano. Deus não precisa do homem é o argumento de Elifaz. Esta acusação é tão séria a ponto de Elifaz julgar Jó de coisas que ele não sabe tais como as acusações de que Jó penhorou roupas dos endividados e não as devolveu e de que não deu esmolas e água ao sedento. No versículo 8, Elifaz se refere ao passado de Jó, um homem forte e poderoso, dono de terras, mas chegou a este estado porque não ajudou órfão e viúvas, talvez não deixando-os apanhar os frutos da seara que caiam no chão. Elifaz já tem seu

Jó 21

Capítulo 21: A sexta defesa de Jó (a segunda contra Zofar)
1.Jó pede que os amigos prestem atenção antes de zombar dele. A contenda de Jó era contra Deus, pois somente Ele tem o poder de permitir e frear as injustiças. Se os amigos de Jó prestassem mais atenção ficariam pasmados a respeito do sofrimento de Jó. Ele ainda permanece com a ideia de que muitos ímpios vivem bem e, por isso, não devemos tomar como base os argumentos de Zofar de que o ímpio sofre e o justo prospera. Talvez Jó e os amigos deles conhecessem pessoas ímpias e prósperas. Eles têm prosperidade em tudo. Os ímpios chegam à velhice com saúde, os filhos

Jó 20

Capítulo 20: A sexta acusação contra Jó (a segunda de Zofar)
1.Zofar não aceitaria facilmente a defesa de Jó por mais linda que fosse a declaração sobre o Redentor vivo. Ele fala de Jó como se este fosse perverso. A pressa dele falar indica precipitação. Tiago nos diz para sermos tardios para falar e para nos irar. Zofar não fala segundo o entendimento de Deus, mas dele próprio. Ele apela para a antiga verdade de que o perverso tem uma alegria momentânea. Tudo no mundo é momentâneo, para o perverso e para o justo, porém, o justo busca

Jó 19

Capítulo 19: A quinta defesa de Jó (a segunda contra Bildade)
1.Depois das palavras duras de Bildade o qual acusou Jó de perversidade, Jó conta um pouco das suas humilhações. Quando ele diz “dez vezes” não significa que os amigos lhe falaram por dez vezes até agora, pois de fato foram cinco vezes, mas significa “repetidamente” (veja Gênesis 31.7). Jó não admite que errou, porém, diz aos amigos que não publica para ninguém o seu suposto erro, mas sofre sozinho, enquanto os amigos se exaltam sobre a miséria dele. Jó não entende o que se passa e atribui a Deus que no final das contas tem o controle de toda a situação. Se há injustiça, Jó só pode

Jó 18

Capítulo 18: A quinta acusação contra Jó (a segunda de Bildade)
1.Os argumentos de Bildade parecem tão óbvios, porém, estão errados quando vemos o justo Jó ser afligido sem ter cometido pecado algum. Ele diz que Jó se considera muito superior aos amigos. A luz de Jó se apagará completamente, é o veredito de Bildade. Parece até que ele deseja que isto aconteça ao amigo. Bildade considera Jó um caçador malvado que cairá em sua própria armadilha

Jó 17

Capítulo 17: A quinta contenda de Jó contra Deus

“O caráter geral deste capítulo... se ocupa principalmente com as queixas de Jó quanto ao modo como os amigos estão o tratando e suas lamentações sobre seus sofrimentos (v.1-12). No final, ele apela à cova, como a única esperança ou conforto deixado a ele (v.13-16).”[1]

1.A morte não é um assunto agradável de se comentar. Os jovens pensam que nunca acontecerá com eles. Os velhos, cansados, aguardam com certa ansiedade e satisfação pela tão temível morte. O sofrimento de Jó o fazia lembrar da morte e até lhe dava um desejo por ela. Do modo como a sua vida estava indo, a morte era uma mistura de derrota com a esperança do descanso que só há

Jó 16

Capítulo 16: A quarta defesa de Jó (a segunda contra Elifaz)
1.Quem acha que teria uma atitude melhor do que a de Jó que atire a primeira pedra! Os amigos de Jó não consolam, mas molestam. As palavras dos amigos são vazias como o vento. Ele até questiona qual é a motivação deles para agirem de modo tão cruel. Jó diz que se as posições estivessem trocadas ele também poderia agir igual aos amigos, mas também poderia consolar de verdade. A triste realidade para Jó é que falando ou se calando não encontra alívio. Ele passa a se queixar com

Jó 15

Capítulo 15: A quarta acusação contra Jó (a segunda de Elifaz)
1.Jó não era perfeito, isso ele já admitiu no capítulo anterior. Porém, os amigos de Jó, e agora Elifaz, têm argumentos imperfeitos sobre o caráter de Deus e a maneira dele agir. Não é nenhuma novidade que Elifaz considere Jó um ímpio. Elifaz foi o primeiro a falar, depois falaram Bildade e Zofar e novamente Elifaz dá suas investidas contra Jó. A ciência de Jó é vento e de nada serve, segundo Elifaz. Jó estraga toda a reverência com seus argumentos blasfemos. Elifaz acusa Jó de arrogância. Jó não é o primeiro homem, Adão, criado sem imperfeições. Jó dizia que tudo o que os

Jó 14

Capítulo 14: A quarta contenda de Jó contra Deus
1.As condições do ser humano são iguais para todos. Por causa dos poucos momentos de refrigério que ainda existem para o homem, este às vezes se esquece de sua condição e passa a se enganar de que aqui mesmo na terra poderá experimentar prosperidade e eternidade, mas Jó desfaz essa ilusão meditando sobre a brevidade da vida e sobre a esperança sofredora de algo melhor depois desta vida. Jó reconhece que não tem a mínima chance em um julgamento diante de Deus. Como Deus tiraria alguma coisa pura da imundícia que é o ser humano. Jó disse em 13.28 que ele é uma coisa

Jó 12, 13

Capítulos 12-13: A terceira defesa de Jó (a primeira contra Zofar)
1.É impossível passar pelo que Jó está passando sem refletir e avaliar o que está acontecendo ao seu redor. Ele nem mais considera seus amigos dizendo que são “o povo”, ou seja, a plebe despreparada para compreender Deus e Seus caminhos. Ele é um irrisão para seus amigos, ou seja, um zombador, um que ri. É fácil para quem se sente seguro desprezar o sofredor, porém, quem zomba do sofredor

Jó 11

Capítulo 11: A terceira acusação contra Jó (a primeira de Zofar)
1.É humilhante ser xingado. Um anátema é uma maldição, algo como um xingamento. Jó teve que suportar seus amigos que o acusavam injustamente. Zofar foi muito cruel em suas palavras. Amaldiçoou Jó com palavras feias. Primeiro disse que Jó era um tagarela. Zofar duvidava que Jó era justo. Zofar crê que se Deus mostrasse a Sua sabedoria, Jó não seria tagarela e seria em parte

Jó 10

Capítulo 10: A terceira contenda de Jó contra Deus
1.A compreensão de Jó sobre o seu próprio sofrimento não era completa, pois além de não saber do pedido de Satanás a Deus, Jó também não conhecia ao Seu Deus em todos os Seus planos. Ele pensava que Deus estava destruindo sua vida. É um lindo retrato da criação do homem. Embora só Adão tenha sido formado do barro, podemos dizer que todos somos feitos do barro, pois temos a mesma essência que Adão. O Deus criador estaria agindo como um homem que quer desvendar o

Jó 9

Capítulo 9: A segunda defesa de Jó (a primeira contra Bildade)
1.Jó nunca blasfemou contra Deus. As indagações eram por não entender o que estava acontecendo com ele que era justo, mas ele entendia que Deus continuava sendo o Deus de sua vida. Só Deus pode responder as perguntas que apenas estamos com dificuldade começando a fazer por causa dos conhecimentos científicos. O homem não pode evitar um terremoto, mas Deus pode provocá-lo. Deus já fez o sol retroceder 10 graus (2 Reis 20.11) e fez parar (Js 10.13). Ele fez o céu ficar sem

Jó 8

Capítulo 8: A segunda acusação contra Jó (a primeira de Bildade)
1.Bildade oferece uma nova explicação para o sofrimento de Jó. Ele diz que os filhos é que prevaricaram contra Deus e que o sofrimento de Jó é consequência disto, mas que em breve sairá desta situação visto que os filhos já sofreram a condenação merecida. A crítica de Bildade é contra os filhos e que Jó sairá um vencedor. Isto não ajuda em nada a tirar Jó desta tristeza, pois ele perdeu

Jó 7

Capítulo 7: A segunda contenda de Jó contra Deus
1.Temos uma lógica humana nos pensamentos, mas não passam de pensamentos humanos. Os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos. Por exemplo, se eu não tenho alimento para amanhã é totalmente lógico eu me preocupar, mas não é espiritual porque em Filipenses 4.6 nos diz que não devemos estar ansiosos por coisa alguma, mas entregar a Deus em oração. O Senhor Jesus disse para não nos preocuparmos com o dia de amanhã. Jó discutiu com Deus que se a vida é dura e a morte é certa, pois ele pensava que seu fim estava próximo, por que Deus não acabava logo com

Jó 6

Capítulo 6: A primeira defesa de Jó (a primeira contra Elifaz)
1.É normal especularmos quando não compreendemos aquilo que está acontecendo conosco. Jó não podia compreender porque Deus não acabava logo com o seu sofrimento, ainda que fosse para tirar-lhe a vida. Jó mostra a Elifaz que não está gemendo sem razão. O boi que tem alimento não precisa mugir de fome. Se a comida não tem sal é perfeitamente aceitável salgá-la para dar sabor. Assim a vida de Jó está precisando de consolo e o corpo dele reclama por refrigério. No original, a expressão “clara de ovo” é “espuma ou saliva do ovo”, provavelmente, a gema. Jó está

Jó 4, 5

Capítulos 4-5: A primeira acusação contra Jó (a primeira de Elifaz)
1.Elifaz sabia que as palavras cansam o sofredor, porém, também confessou que é impossível ficar calado quando sabemos o que falar. Mas, será que Elifaz sabia o que estava dizendo? Elifaz reconhecia no amigo Jó um homem prestativo no ensino e consolo e por causa disso achava que Jó deveria ouvir atentamente os amigos na tentativa deles consolarem sua vida. Jó estava seguro no temor a Deus e os seus caminhos eram retos por causa da esperança Nele. Até aí Elifaz estava certo, mas ao sugerir que o justo e o inocente não sofrem ele está falando do que ainda não viu e nem

Jó 3

Capítulo 3: A primeira contenda de Jó contra Deus
1.Acaba se tornando regra a lamentação do sofredor desesperado. Há um limite para todas as pessoas, inclusive para o crente quanto ao sofrimento, estresse e preocupação. Nem sempre sabemos o nosso limite, mas sabemos quando não estamos confiando no Senhor. O livro de Jó deixa qualquer livro ou palestra de filosofia para trás. A realidade da vida do sofredor desesperado não é ocultada. Embora nem todos admitem por palavras, todos pensaram se vale a pena viver debaixo de tanta miséria e sofrimento. Jó é muito transparente em seu sentimento e desejou que não existisse

Jó 1, 2

Capítulos 1-2: As riquezas e os sofrimentos de Jó
1.É fácil confundir Uz com Ur. Uz ficava ao norte da Arábia e Ur ficava na Mesopotâmia. Jó talvez tenha vivido antes de Abraão. Ele procurava se separar de uma sociedade perversa como todas são e buscava insistentemente a Deus. As riquezas dele eram inquestionáveis. Ele não precisa fingir que tinha alguma coisa, pois de fato, era rico, bastava contar seus animais, propriedades e empregados. Além disso, era abençoado pela quantidade de filhos, coisa desejável naqueles dias. Os filhos eram festeiros e tinham condições para isso. Jó não era ingênuo a ponto de pensar que seus filhos eram puros, mesmo nessas festas. Terminando as festas chamava-os e os purificava através de sacrifícios a

Jó - Introdução

Introdução[1]
“Jó significa ‘o clamor da angústia’. É um livro poético e tem sido louvado por sua excelente linguagem. Jó viveu na época de Abraão. Embora fosse o homem mais justo da terra, Deus permitiu que ele sofresse intensamente sob a mão de Satanás. Seus três amigos achavam que para merecer tanto sofrimento Jó era culpado de pecado encoberto e em seus discursos eles procuravam, no início de modo gentil, e depois cruelmente, arrancar alguma confissão dele. Jó protesta sua inocência e sente que Deus o tratava assim sem motivo. No entanto, esse sentimento aponta o motivo, por isso, era necessário que Deus humilhasse a autoconfiança e orgulho de Jó. Depois que os três amigos de Jó terminaram seus discursos, Eliú, mais jovem que os outros, fala de tal maneira a consciência de Jó que ele fica sem resposta. Eliú é um tipo do Senhor Jesus, o Intérprete dos caminhos de Deus. Então, o

2 Crônicas 36

Capítulo 36: Os últimos dias de Judá antes do cativeiro
1.Deus usa até mesmo incrédulos quando deseja estabelecer alguma disciplina sobre os seus filhos. Neco, o rei do Egito, foi um exemplo disso. O filho de Josias, Joacaz não durou mais do que três meses, pois foi preso por Neco, o qual colocou Eliaquim como rei. O nome de Eliaquim foi mudado por Neco para Jeoaquim (v.1-8).

2.A Babilônia levou Jeoaquim cativo. O Egito perdeu o poder para a Babilônia. Aqui começa a leva

2 Crônicas 35

Capítulo 35: A Páscoa e a morte de Josias
Josias mandou celebrar a Páscoa que estava esquecida e eliminou todo o tipo de feitiçaria do reino. Estranhamente, Josias morreu numa batalha na qual o rei do Egito estava indo em direção ao rei da Assíria. Quando lemos apenas 2 Reis ficamos, de certo modo, desapontados, pois todos os servos de Deus fiéis no Antigo Testamento não têm morte assim, parecendo a morte de um infiel. Porém, aqui em 2 Cr 35.20-27, tudo fica claro. O rei do Egito estava atacando a Assíria a mando do Deus

2 Crônicas 34

Capítulo 34: Josias, o rei reformador
1.O rei Josias reuniu a liderança e fez com que todos se comprometessem em servir fielmente ao Senhor. Esse apelo resultou em purificação de toda a aparência do mal no templo. Os sacerdotes infiéis e idólatras foram destituídos. Proibiu o sacrifício de crianças a Moloque. Até animais eram dedicados ao sol, mas Josias mandou tirar esses cavalos da entrada do templo. As idolatrias instituídas pelo rei Salomão foram tiradas também. O rei Josias eliminou com fogo até os ossos que

2 Crônicas 33


Capítulo 33: O reinado de Manassés, o rei que muito pecou, mas se arrependeu
1.Todo o trabalho que o rei Ezequias teve para purificar a nação da idolatria, Manassés despreza e retorna com força a idolatria de Acabe e Baal. Todo o tipo de adivinhação foi bem recebida no reinado de Manassés. Ele também sacrificou os próprios filhos nessas adorações. Deus anunciou o juízo sobre Judá no reinado de Manassés. O juízo seria o cativeiro. De modo surpreendente lemos um importante relato do arrependimento e oração de Manassés. Deus o perdoou. Manassés tentou

2 Crônicas 32

Capítulo 32: A provocação de Senaqueribe a Ezequias e à nação de Judá
1.O rei Ezequias passou um tempo difícil, quando Senaqueribe, o rei da Assíria invadiu Judá. Ele ofereceu portas do templo e outras riquezas para apaziguar o rei Senaqueribe. Era muita humilhação. Rabsaqué, o mensageiro de Senaqueribe fez exigências e zombou de Judá e do rei Ezequias. Rabsaqué ameaçou Ezequias dizendo que nenhum deu das outras nações conseguiram frear a Assíria e que o Deus de Israel também não conseguiria. Aqui lemos a resistência do rei

2 Crônicas 31

Capítulo 31: As contribuições
O rei Ezequias colocou ordem também nas contribuições para os sacerdotes e levitas, tanto para sacrificarem quanto para o sustento pessoal. Depósitos foram feitos e também os registros das famílias dos sacerdotes. Não apenas os sacerdotes em exercício recebiam, mas também os